sábado, outubro 24, 2009


a voz dela não era forte,


selvagem, um rosnado felino que eu teria imaginado pelo seu rosto e posição. Ela era suave, era alta – um tilintar de bebê, soprano. O tipo de voz que vinha com cachos loiros e um chiclete cor de rosa. Ela não fazia nenhum sentido de seus dentes expostos, brilhantes.

       Eclipse, Stephenie Meyer.